sábado, 3 de novembro de 2012

"O ÚLTIMO POEMA "



Assim eu quereria o meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação

* Manuel Bandeira *


Imagem e poema  facebook
 Presentes com Poesia

6 comentários:

  1. Eu também queria ser poeta e usando a pureza das simples palavras encantasse a todos como me encantei co esse! beijos, querida!

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  2. Muito lindo,Irene!Bom te ver!beijos,chica

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  3. É muito bom passar por aqui e ler poemas tão lindos...

    Paz e bem

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  4. Uau! Como foi bom ler este poema! Faz muito tempo!

    Irene, obrigada, ele é simples e lindo.

    Beijos

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  5. Oi minha linda...
    Entrei hoje no meu blog e deparei-me com tua visita, fiquei muito feliz. Amei o novo espaço no m@myrene, também sinto saudades.
    Um forte abraço e uma ótima semana.

    Bjs


    Auxiliadora RS

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  6. Esse poema é muito instigante. Manuel Bandeira é assim... Mas põe a gente pra pensar. E isso é mto. bom!
    Adorei estar novamente aqui. Estou recomeçando a blogar, parei por uns tempos. Bj. amiga.

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